Quem ainda acredita que trabalhar na própria residência é coisa para ‘freela’ está muito enganado, pois essa já é uma prática existente no país. O termo de origem inglesa que significa escritório em casa – vem se tornando um novo conceito no mercado de trabalho, no qual o profissional desenvolve suas atividades sem sair do lar. Não são os autônomos ou os freelancers que se encaixam nessa tendência e sim os funcionários de grandes e médias companhias que aderiram ao método, sendo estimulados a ela com o mesmo regime de contratação (registro em carteira, CLT, contrato), seus benefícios e a carga horária diária.
Esse exercício, assim como qualquer outro, possui suas vantagens e desvantagens. Vivendo na era da tecnologia, o acesso aos equipamentos necessários se dá de forma mais fácil e mais barata também, o empregado não tem de se locomover, logo, trânsito, chuva, pneu furado ou qualquer outro imprevisto no caminho: nunca mais, além de estar no conforto da própria moradia. Só por essas comodidades, a oferta parece muito atraente, porém a gestão do horário, das tarefas e principalmente do espaço pode complicar um pouco as coisas. Isso pode ser um adeus aquele tempinho de descanso depois do almoço, pessoas da sua família entrando e saindo do seu “emprego”, a falta da interação com o colega da mesa ao lado, ou até mesmo as horas extras não mais computadas.
Exatamente por esses fatores é que o home office tem que partir de uma decisão pensada em conjunto, inclusive, com os outros moradores. É necessário que fatores como gastos com tecnologia, energia elétrica e telefone sejam contabilizados e que o espaço físico seja adequado. Mas, mais que isso, o próprio profissional tem que ter comprometimento, foco e competência para administrar a si mesmo. Para a entidade, esse acordo também tem suas considerações, a relação com o funcionário deve ser de extrema confiança, há de existir um consenso com relação à forma de contato entre ambos e encontros periódicos para as reuniões necessárias.
O fundador e diretor da assessoria de imprensa SBN, Antonio Sabino de Souza, optou pelo estilo, adequando sua relação com a jornalista Luciana Ribeiro. “O serviço dela continua o mesmo, seus prazos de entrega são completamente acessíveis e a comunicação fica a critério de e-mails, telefones e MSN”. Com relação à produtividade, o empresário acredita que isso só depende do quão comprometido a pessoa será. “Numa cidade como a de São Paulo, quem trabalha em casa ajuda a diminuir o trânsito e também não se estressa pelo caminho, ganhando tempo para si mesmo. Mas, não há como comparar a rotina de alguém dentro do escritório e no lar, depende muito da disciplina e da responsabilidade de cada um”, conclui.
Para a jornalista, aceitar a proposta há pouco mais de dois anos, não foi nada fácil, porém dessa forma, ela uniu o útil ao agradável, conciliando seu trabalho e sua vida de mãe. Com a chegada do bebê, seus horários tiveram de ser divididos, e a ajuda da família nesse aspecto foi fundamental. “Meu salário diminuiu tendo em vista que jornada é menos, mas mesmo assim não reclamo, porque essa foi uma escolha conjunta e muito bem pensada, no começo foi difícil para me adaptar, mas hoje já acostumei”. Mesmo assim, ela confessa que já pensou em voltar para o antigo regime, mas esses planos terão de esperar que seu filho fique mais velho e possa ficar sem problemas em uma escolinha.

Já Orlando (nome fictício a pedido do entrevistado) aceitou o home office como seu segundo emprego, há quatro anos e meio atrás, e teve de enfrentar uma brusca alteração em sua rotina. “No começo tudo é bom e gratificante, mas com o passar dos dias as coisas vão piorando, em meu caso minha vida não mudou apenas hoje me vejo com muito mais trabalho”. Atuando na área de tecnologia, ele afirma que para ingressar neste ramo o ideal é estudar muito, ter pelo menos duas línguas, ser disciplinado e conhecer pessoas competentes para quando for necessário pedir ajuda, afinal trabalhar na residência não significa estar o tempo todo sozinho.
Imagem:www.sxc.hu
Quero um emprego desse! #prontofalei
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Naum sei se eu gostaria de trabalhar de casa. Tem os pontos positivos e negativos, mas a responsabilidade aumenta muito…
Acho que prefiro trabalhar num escritorio na rua mesmo, ver gente, passear…
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Ter seu próprio negócio é maravilhoso, mas concordo com a Dafne, a responsabilidade aumenta muito. E não só isso, você acaba trabalhando mais.
Agora pergunta se eu largaria essa vida? rs
Ainda bem que preciso sair de casa para trabalhar para mim. Ter uma loja é muito bom :)
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Trabalhar em casa, para mim, foi amelhor coisa que podia ter me acontecido :)
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não entendi como funciona….mais me interessa muito trabalhar m minha propria casa pis tenho 3 filhos e não tenho todo o tempo disponivel mara o mercado de trabalho.
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TAMBEM QUERO TRABALHAR EM CASA
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gostaria muito de trabalhar em casa,acho que assim tenho mais tempo para marido e filho…
bjossss
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Oi.. tenho um bebe de 30 dias e não voltar a trabalhar fora…
Gostaria de mais explicações sobre como posso trabalhar em casa…
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GOSTARIA DE SABER MAIS O QUE PODERIA FAZER PRA ENTRA NESSE MERCADO…OBRIGADA BJSS
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